REPUBLICAMOS HOJE O TEXTO DE PEDRINHO ELISEU: ” MINHA OPINIÃO SOBRE A POLÍTICA HJ. EM ARARAS”

Amigo blogueiro.

 REPUBLICAMOS HOJE  O TEXTO DE PEDRINHO ELISEU: ” MINHA OPINIÃO SOBRE A POLÍTICA HJ. EM ARARAS” 

   Logo abaixo.

   Para as pessoas que gostariam de ler e comentar sobre o assunto.

   Acesse e participe.

   Dê a sua Opinião. Mas vamos lembrar que é um debate sobre um assunto político. Nada aqui deve ser considerado como motivo pessoal para ofensas pessoais.

   Forte abraço,

   Pedrinho.

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TEXTO DE PEDRINHO ELISEU: “Minha opinião sobre a política hj. em Araras.

    Começo me desculpando pelo tamanho do texto, que é grande porque o assunto é complexo… mas vale a pena ler…

     As convicções e ideais de um Homem, devem ser inerentes a sua conduta e firmados, sempre, no seu caráter.
     Diante disso é necessário que eu venha a público e me posicione sobre os últimos acontecimentos da política em nossa cidade.
     Desde a semana passada, tem sido ENORME o número de pedidos para que isso ocorra.  Como jamais me furtei e tampouco me furtarei, como cidadão e Agente Ativo de tudo que ocorre no meio em que vivo, deixo registrado, nesse escrito, aquilo que penso e o que tenho acompanhado do desenrolar dos fatos, que agora se mostra a ¨luz¨ do dia, pois antes estava escondido, velado e encoberto.
     Fica para você leitor, a analise de tudo enfim. 
     Até porque, o bem ou o mal que se projeta acaba SEMPRE revelado pelo passar do Tempo  ( e como é revelador ! )
     A atitude do Prefeito Brambilla, que convidou o Nucci (que foi nomeado secretário) e o pessoal do Meneghetti para estarem juntos na ¨nova ¨ administração, ocupando cargos de Secretários ou outros escalões, cargos esses em comissão (sem concurso), exige um comentário mais aprofundado pois, no dia a dia das atribulações da vida, o Cidadão, aquele que paga seus impostos, que vota acreditando em um discurso que não se efetiva na prática e se vê enganado, não tem tempo para observar os lances políticos (grandes ou pequenos).
     Vcs. se assustaram com essa união”? Eu não! Para mim, não há qualquer novidade no que ocorreu. Eles não se juntaram apenas agora, não. A meu pensar, já estavam juntos de há muito, assim como estiveram nas eleições de 2010. O que houve, agora, foi que aquilo que antes era “omitido” da população, tornou-se público, com a “saída do armário” de todos os que estavam dentro dele desde o primeiro momento, a serviço do grupo político do atual prefeito na eleição passada.
     Realmente, segundo dizem (palavras corajosas de vereador do grupo do Meneghetti na última sessão da Câmara Municipal), antes da eleição de 2010, quando ainda estavam definindo quem seria o seu candidato a vice, o prefeito lhes teria procurado e dito que não poderiam aparecer juntos na nova eleição, porque “isso politicamente não seria bom”. Agora, porém, passadas as eleições, não há mais problema algum de tornarem pública a união, não é? Sim, depois de a maioria deles (pois há exceções) haver se engajado em favor da campanha do atual prefeito, inclusive não lançando um terceiro nome naquela disputa eleitoral, o que está acontecendo é apenas a materialização de uma união anterior, com a nomeação do ex-vice-prefeito Nucci, no cargo de Secretário, bem como de outras pessoas ligadas ao Ex-prefeito Meneghetti, com a liberdade de colocarem nos demais cargos em comissão as pessoas da sua confiança que, pelos primeiros nomes, são desse mesmo grupo político, o mesmo que estava lá quando vencemos em 2008.
     É a volta do grupo que administrou a cidade de 2001 a 2008 à prefeitura, para continuar o que havia sido mudado pelo voto em outubro de 2008, conforme defendido por mim, pelo Dr. Agnaldo, pelo próprio Brambilla e por que não, pelo PT — os dois últimos, que não nos apoiaram formalmente, mas defendiam a mudança no executivo municipal, fato esse notório.
     E é justamente aí que pretendo dizer algumas coisas:
     1a. Ao contrário do que o Jornal Tribuna do Povo escreveu em seu editorial de sábado passado, não foi apenas o ex-prefeito Warley Colombini quem não cedeu à oposição, não. Com o devido respeito, também não venham querer dizer para o Povo que “na política isso acontece (…)”, como forma de tentar justificar como se fosse aceitável a citada “nova união” e a atitude do Alcaide. Eu, Pedrinho, mesmo mantendo alguns postos (cinco ou seis no total) da administração anterior (aliás sujeitando-me às críticas desse mesmo jornal, até quando apenas se cogitava que alguns nomes da antiga gestão estariam conosco), não NEGOCIEI com Nucci, Meneghetti, etc. etc. etc. Por isso, incluam-me aí na lista dos que não CEDERAM politicamente ao grupo vencido, para obter facilidades. Os poucos da administração anterior que permaneceram na nossa, não permaneceram conosco como MOEDA DE TROCA por apoio na Câmara, daquele grupo. A prova disso? Os senhores são testemunhas, bastando ver a postura crítica dos quatro vereadores da oposição. Nesse contexto, o único que somou-se a nós logo depois do pleito, porque desde o primeiro momento convidado por mim, foi o vereador Erinson. Sua vinda, contudo, pessoa honrada que é, não adveio de união com o grupo político ao qual pertenceu.
     2º Nesse sentido, embora tenha conversado sempre, pois tinha (e tenho) relacionamentos próximos com diversos vereadores da oposição que respeito (Ver. Marreto, Ver. Miqueira, Ver. Eduardo), mesmo com um coro de pessoas ligadas a mim, me dizendo para “NEGOCIAR” como forma de conseguir outra sorte no desfecho do processo de cassação do meu registro e do Agnaldo, não o fiz. Talvez, vencidas as eleições, realmente (não estou afirmando, porque não sei dizer qual teria sido a postura dos autores do processo), se eu tivesse telefonado para o pessoal e acenado com alguma coisa, os ânimos tivessem sido amainados e toda a virulência empenhada para nos tirar dos cargos (contratação de advogado em São Paulo, etc.) tivesse sido deixada de lado. Mas, mesmo com receio de que a injustiça ocorresse conosco, eu nunca quis chegar a tanto, porque, para mim, era melhor perder no presente e ficar vermelho de indignação, do que perder a vergonha e ficar amarelo a vida inteira.
     De fato, às vezes é melhor vencer e “não levar”, perdendo num primeiro momento, do que vencer no presente para perder no futuro… Lá, ao final, se ganha. Aqui, por certo, se perde!
     3a. Penso que não há problema algum em deixar-se de lado as rusgas e litígios para somar com outros grupos. Nunca fui intransigente. Tampouco disse em palanque coisas sérias contra os candidatos e o grupo que derrotamos nas urnas. Só não achava correto vencer uma eleição sob o argumento de MUDANÇA, com 57,75% dos votos válidos, e, depois, pensando em obter facilidades políticas, esquecer de tudo o que dissemos, levando de volta para a Prefeitura o mesmo grupo que passamos a eleição inteira defendendo que deveria sair de lá, pois já havia dado a sua contribuição para a cidade (eu, pelo menos, parava por aí nas críticas).
     Nesse contexto, o atual prefeito sabe bem do que estou dizendo. Lembro-me como se fosse ontem, das suas duras palavras (para ficarmos nos raso) a respeito de seus então adversários e agora amigos; aqueles mesmos que ele dizia que havia ajudado a colocar no poder e que queria ajudar a tirar. Que precisávamos nos unir, para mudar Araras, já que não podiam permanecer na prefeitura, etc. etc. etc.
     Atenção Vereador Breno Cortela, o que vc. pensa disso? Afinal, esteve a meu lado em quatro anos combatendo aquele grupo e agora não fala uma palavra sequer a respeito… Concordou com tudo? Uniu-se, igualmente, aos ex-prefeito e vice-prefeito de Araras? O mesmo pergunto aos vereadores Mami e Zé Bedé. Não eram vereadores, mas tanto quanto nós, defendiam a mudança do governo.
     Logo, não se trata de achar que não é possível mudar de pensamento. Agora, dizer que mudou o que pensava, como, por exemplo, porque “prefere ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo” (palavras do presidente, lembram?) soaria para mim, nessa hipótese, depois de tudo o que a cidade viveu naquela época e dos compromissos de MUDANÇA que juntos assumimos em praça pública em 2008, como uma tremenda traição aos nossos princípios e aos nossos eleitores, que eu, francamente, nunca estive disposto a fazer.
     4a. Mas, Pedrinho, pela paz na política, não era bom que todos se juntassem? E a Coligação Ararense, que uniu todo mundo? Ah, vamos parar com essa conversa fiada… com essa hipocrisia de ocasião. Paz? Assim? Que me desculpem, mas vir agora com esse discurso de paz na política de Araras, não cola. Vão dizer que não estão de olho nos votos da Câmara Municipal? Vão dizer que não estão pensando hoje, segundo a sua matemática (que o tempo poderá derrubar), no quanto poderá ser proveitosa essa união para as próximas eleições em 2012?
     Devo argumentar, igualmente, que não me senti usado, não. Ao contrário do que possa parecer, ainda que o prefeito atual tenha se colocado do meu lado, como caminho mais fácil para vencer seus antigos adversários/hoje aliados, e que hoje tenha se unido com eles, sinto que havia, de verdade, um sentimento recíproco de confiança entre nós que, somente depois que ele assumiu o cargo de prefeito, mudou.
     Nesse sentido, para não deixar a impressão de que sou perfeito, mesmo porque não sou, admito que foi difícil para mim entender tudo o que aconteceu e aceitar o fato de que outro estava em meu lugar. Sim, os momentos que antecederam a posse do atual prefeito na condição de “interino”, para mim, foram tristes demais e, por isso, pode ser que realmente eu tenha ficado aquém da capacidade de aceitar que ele (ou qualquer outro) ocupasse a condição que legitimamente havíamos conquistado nas urnas. Por isso, pode até ser que ele, Brambilla, tenha achado nisso motivos para que agisse como agiu para comigo e com os meus durante a sua interinidade no cargo de prefeito. Mas, no saldo de tudo, acho até que fiquei demais “na minha”, do que criei problemas. Aliás, para quem sofreu tudo o que sofremos, penso que fiquei calado demais. Mas posso me orgulhar por dizer que não abandonei meus amigos. E que nada queria demais da parte dele (não queria ser Secretário, não, como prêmio de consolação, por exemplo). Queria apenas o amparo do amigo que, vendo seu companheiro atingido por uma tremenda injustiça, merecia ser ouvido e opinar nos aspectos principais em benefício da cidade. Não como “eminência parda”. Não como “segundo-prefeito”. Mas como companheiro de jornada, de alegrias e de tristezas. E que, como ninguém, vinha trabalhando para colocar a Casa em ordem e para mudar de verdade Araras. As finanças da prefeitura — que deixamos em dia de maneira exemplar — e a grande gama de projetos que preparamos em apenas seis meses, são a prova irrefutável disso.
     5a. Vejamos, meus caros, que eu também NÃO dou razão aos que pensam que, com a cassação dos nossos registros, o atual prefeito logo se uniu com os responsáveis diretos por tudo isso, para me prejudicar no processo. Ele, aliás, sempre disse o contrário. E eu acredito. Mas, pergunto. Quem ganha com tudo isso agora? Essa união é para o bem de Araras? Quais foram as bases para a sua consecução (para ela acontecer, sendo mais claro)? Se a nossa idéia (minha, do Agnaldo, do Brambilla, etc.) em 2008, era vencer para MUDAR e tirar do poder esse mesmo grupo com quem ele agora se uniu, a sua união com esse pessoal, é puramente ideológica? Ou é apenas política? Ou é o que? E desde quando existe?
     As respostas, blogueiros, deixo com vocês.
     Assinado, Pedrinho Eliseu.
     ET 1: Estou de pé, vigilante e, estejam cientes de que, da minha parte, apesar dos pesares, não acontecerá um só esforço que não seja o de torcer para que tudo dê certo com a atual gestão, pensando sempre na cidade. Desejo, mesmo, que tenham boa sorte.
     ET 2: Eu já estou em paz (sempre estive), de maneira que ninguém precisa me procurar para oferecer o que quer que seja. Com efeito, se tivesse que escolher entre a vontade de lutar por aquilo que eu acredito ou por cargos na prefeitura, ficaria com a primeira hipótese, sem dúvida. Aliás, com muita alegria, estou cuidando da minha vida e advogando como antes.
     ET 3: Nesse particular, permitam-me o conselho: “Não há paz, sem voz. Paz, sem voz, não é paz, é medo” (O RAPPA).
     ET 4: Fazendo uso de uma antiga frase que dizíamos antes do início de uma partida de futebol entre amigos, sempre que os adversários eram em maior número, quero deixar aqui um consolo aos nossos fiéis companheiros: — bola prá frente, porque, mais uma vez, somos nós contra a “rapa”. E me lembro como se fosse ontem, perdemos algumas vezes, mas conseguimos ganhar tantas outras, porque a torcida era grande e a raça em campo se multiplicava por mil.
     ET 5: Ao amigo Geraldo e a todos os que sempre escrevem deixando uma leitura para reflexão, sugiro: Salmo 41, 9/12.

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“OS ARTICULISTAS”, Cidadania com Profª Roanita – Eleição! Você é responsável!

Eleição! Você é responsável!

No próximo dia 12 de setembro, todos temos um importante compromisso. Escolher os representantes para o Conselho Tutelar de nossa cidade. É necessário que aqueles que vão desempenhar uma função tão relevante possuam mais do que o desejo de ajudar nossas crianças. É fundamental ter perfil e coragem para enfrentar situações de grande pressão emocional e condições de, verdadeiramente, proteger o que possuímos de maior valor na sociedade.

Não esqueça, esse compromisso é meu, seu, É NOSSO!

Eu já fiz a minha escolha.

Local: EE Dr. Cesário Coimbra

Horário: das 8 às 16 horas.

Levar RG e Título de eleitor.

Conheça os candidatos;

01- Rosângela Zanotti (Danda)
Divorciada, 43 anos 
Formação: Graduanda em Serviço Social
Atuou em um berçário e com atividades de recreação (4 anos). Atua na Pastoral da Criança desde junho de 2002 e como conselheira tutelar desde setembro de 2008.
Participou de cursos de capacitação com temáticas sobre o Conselho Tutelar e Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

02 – Jefferson Libanori
Solteiro, 28 anos
Formação: Graduando em Psicologia
Atuou como guarda civil municipal por 6 anos e 6 meses (apoio ao conselho tutelar e patrulhamento comercial escolar) e também como voluntário no Projeto Rondon (Pernambuco) no auxílio à inclusão digital e capacitação em conselhos (saúde, tutelar e desenvolvimento).

03 – Natalia de Souza Benevenuto
Solteira, 21 anos
Formação: Graduada em Pedagogia. Pós-graduação em Psicopedagogia
Atuou como catequista e no Projeto Bem-Me-Quer (atendimento a crianças e adolescentes em período inverso ao escolar). No período acadêmico realizou estágios em 03 escolas. Atualmente é membro de uma comunidade católica onde é responsável pelos cantos litúrgicos, juntamente com um grupo de jovens e adolescentes.

04 – Silvia Córnia (Vinha)
Solteira, 53 anos
Formação: Graduanda em Serviço Social
Atuou com crianças e adolescentes em uma entidade assistencial e em uma escola municipal. Desde setembro de 2007 é conselheira tutelar. Participou de cursos de capacitação com temáticas sobre o Conselho Tutelar e Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)

05 – Katia Regina Albertini
Divorciada, 46 anos
Formação: Graduanda em Serviço Social
Atuou com crianças e adolescentes em uma entidade assistencial e desde setembro de 2007 é conselheira tutelar. Participou de cursos de capacitação com temáticas sobre o Conselho Tutelar e Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

06 – Vinicios Franzoni
Solteiro, 32 anos
Formação: Graduado em Comunicação Social, Especialização em Gestão Escolar e Especialização em Capacitação Docente
Atuou em redação de jornal (2 anos), como assessor de imprensa (2 anos); mestre de cerimônias (1 ano); docente em um Centro Universitário (2 anos); direção, apresentação e edição na TV (4 anos) e atualmente é sócio-proprietário de um espaço gastronômico.

07 – Julia Furlan Bovo
Viúva, 59 anos
Formação: Professor Primário; Graduanda em Tecnologia em Recursos Humanos
Atuou 27 anos como professora, além da organização de atividades de cultura extra-classe e monitora de projetos de artesanato.

09 – Eva Donizeti Gonçalves
Casada, 35 anos
Formação: Técnica em Nutrição e Dietética; Bacharel em Direito
Atuou como auxiliar de escritório (4 anos), auxiliar administrativa e técnica em nutrição. Atua como monitora de crianças e adolescentes em uma entidade assistencial desde 2008.

 10 – Eidelis Cristiane Silveira Baptista (Lis)
Casada, 39 anos
Formação: Ensino médio completo
Há 3 anos atua no aconselhamento de crianças e adolescentes em uma igreja evangélica. Atualmente é cadastradora e realiza atendimento ao público.

11 – Cecilia Baroni 
Casada, 43 anos 
Formação: Professor primário, Graduanda em Serviço Social
Atuou 18 anos como professora; como conselheira tutelar (1999 a 2001); coordenadora paroquial da Pastoral da Criança (3 anos); atualmente dá aulas de catequese infantil e crisma em uma igreja católica.

12 – Célia Regina Barros da Silva Pinho
Casada, 40 anos
Formação: Ensino Médio completo
Desde 1997 atua em uma igreja evangélica como educadora voluntária da Escola Bíblica Infantil para crianças e adolescentes.

Um bom fim de semana.

Até sexta.

Grande beijo. Profª Roanita.

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NOTÍCIAS DO BLOG “PEDRINHO ELISEU” Versalles recebe a Campanha de Aldo Demarchi e Guilherme Campos

NOTÍCIAS DEM-ARARAS           Nº 11/2010                             3/09/2010
Comitê Político: Rua Marechal Deodoro, 720 – Centro – Araras-SP
Fone: 3542-0051- noticiasdemararas@yahoo.com.br

Versalles recebe a Campanha de Aldo Demarchi e Guilherme Campos
 
Nesta quinta-feira (2/09), a campanha pela reeleição do deputado estadual Aldo Demarchi e o deputado federal Guilherme Campos, foi levada ao Bosque de Versalles. Durante o encontro com os moradores, donas de casas, trabalhadoras e trabalhadores, o advogado e presidente do Democratas – DEM-Araras, Pedro Eliseu Filho (o Pedrinho) discutiu problemas do bairro e da vizinhança.
 
Como a maioria dos bairros, a região integrada pelo Bosque de Versalles, os Jardins Copacabana, Bella Vista e Geny Mercatelli, apresenta vários problemas. É de conhecimento de todos, por exemplo, os obstáculos que impedem o acesso a estes bairros pela Avenida Ângelo Franzini (Av. Limeira). Ninguém pode ignorar, por sua vez, o alto índice de acidentes envolvendo veículos e pedestres no trecho mencionado.
 
            Sobre este assunto Pedrinho também já conversou seriamente com os deputados Aldo Demarchi e Guilherme Campos. Na sua opinião, o bloqueio simplesmente não resolve o problema. Se resolve um lado, prejudica seriamente o outro. Ele entende que o caso é grave e tem que ser resolvido com medidas eficientes, como redutores severos de velocidade, além de semáforos inteligentes e se, preciso, até com fiscalização eletrônica.
 
Em relação ao problema, Pedrinho assinala que irá cobrar dos deputados um trabalho junto ao Governo do Estado e à Artesp – Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo em busca de uma solução. “Tem que haver uma alternativa pela abertura do local, ao invés do bloqueio, da forma como foi feito”, declara.
 
Outra questão de destaque neste encontro com os moradores do Versalles foi o da penhora do prédio da Santa Casa, que está indo a leilão. Trata-se de um problema que preocupa não apenas aquela comunidade, mas a todos os habitantes da cidade. Sobre este assunto, Pedrinho declarou que deveria haver um esforço de todos os políticos, não permitindo que a Santa Casa fugisse do domínio público. “Era necessário buscar apoio de deputados, senadores, governadores, enfim, de onde fosse possível para sanar a questão”, comentou.
 
Pedrinho também lamenta que neste momento, em que a Santa Casa passa por tamanha dificuldade, o Município esteja endividado e que tenham preferido o pagamento dos precatórios do Solar Benedita Nogueira, de cerca de R$ 12 milhões, quando esta questão ainda deveria ser discutida na Justiça. “Entendemos que uns R$ 8 milhões resolveriam o problema da penhora do prédio da Santa Casa”, conclui.
 
Por entender que Araras não pode ficar sem fortes aliados políticos é que, para as eleições gerais de 3 de outubro, Pedrinho apóia os deputados Aldo Demarchi e Guilherme Campos, além de José Serra, para presidente; Geraldo Alckmin, para governador do Estado, e Aloysio Nunes, para senador. Mais informações sobre a campanha podem ser obtidas no Comitê Central da Campanha pelo 3542-0051 ou pelo e-mail comitedepaldoguilermeararas@gmail.com.
 
 *Fotos: Reunião pela campanha de Aldo Demarchi e Guilherme Campos, nesta quinta-feira, com moradores do Bosque de Versalles
 
Notícias DEM-Araras
Presidente: Pedrinho Eliseu Filho
www.pedrinhoeliseu.net

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OPINIÃO JORNAL DE HOJE

Jornal Opinião de hoje, tb. trouxe matéria a respeito do artigo escrito por Pedrinho Eliseu no blog.

Com efeito, sob um outro enfoque, editou a seguinte Manchete: “Pedrinho acredita que paz política é conversa fiada e hipocrisia de ocasião”.

Com esse título, repercurtiu aspectos importantes do que Pedrinho escreveu.

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TRIBUNA DO POVO DE HOJE

Para Pedrinho, Brambilla trouxe de volta “grupo que administrou entre 2001 e 2008”

Ana Maria Devides
anadevides@tribunadopovo.com.br

O ex-prefeito Pedrinho Eliseu (DEM) usou seu blog para criticar nos últimos dias o convite feito pelo prefeito Nelson Brambilla (PT) para que o ex vice prefeito Francisco Nucci Neto (PMDB) passasse a integrar o atual governo. Nucci assumiu na semana passada como novo secretário municipal de Saúde.

Num texto longo e repleto de relatos pessoais que remetem à campanha de 2008, quando Pedrinho e Brambilla estiveram no mesmo palanque, o democrata classificou o atual momento político como “a volta do grupo que administrou Araras entre 2001 e 2008″, referindo-se ao fato de o petista ter chamado desde a interinidade pessoas ligadas ao ex-prefeito Luiz Carlos Meneghetti (PDT). E afirmou achar que essa “união” só foi assumida agora mas já era antiga. “O que houve, agora, foi que aquilo que antes era ‘omitido’ da população, tornou-se público, com a ‘saída do armário’ de todos os que estavam dentro dele desde o primeiro momento, a serviço do grupo político do atual prefeito na eleição passada”, alfineta.

Segundo Pedrinho afirma no blog, se antes Meneghetti teria dito que se seu grupo e o de Brambilla aparecessem juntos “não seria bom politicamente”, “agora, porém, passadas as eleições, não há mais problema algum de tornarem pública a união, não é? Sim, depois de a maioria deles (pois há exceções) haver se engajado em favor da campanha do atual prefeito, inclusive não lançando um terceiro nome naquela disputa eleitoral (de 18 de julho de 2010), o que está acontecendo é apenas a materialização de uma união anterior, com a nomeação do ex-vice-prefeito Nucci, no cargo de secretário, bem como de outras pessoas ligadas ao ex-prefeito Meneghetti, com a liberdade de colocarem nos demais cargos em comissão as pessoas da sua confiança que, pelos primeiros nomes, são desse mesmo grupo político, o mesmo que estava lá quando vencemos em 2008″, afirma.

“Nada contra somar”

O ex-prefeito, que governou por um semestre em 2009 e está fora do poder desde março deste ano, quando foi cassado pela Justiça eleitoral por abuso de poder econômico e uso ilegal de meio de comunicação, diz admitir composições políticas, mas ironiza as intenções de pacificação política expressas por Brambilla no dia em que anunciou Nucci e seus demais novos secretários. “Penso que não há problema algum em deixar-se de lado as rusgas e litígios para somar com outros grupos. Nunca fui intransigente. Tampouco disse em palanque coisas sérias contra os candidatos e o grupo que derrotamos nas urnas. Só não achava correto vencer uma eleição sob o argumento de mudança, com 57,75% dos votos válidos, e, depois, pensando em obter facilidades políticas, esquecer de tudo o que dissemos, levando de volta para a Prefeitura o mesmo grupo que passamos a eleição inteira defendendo que deveria sair de lá, pois já havia dado a sua contribuição para a cidade (eu, pelo menos, parava por aí nas críticas)…” “Paz? Assim? Que me desculpem, mas vir agora com esse discurso de paz na política de Araras, não cola. Vão dizer que não estão de olho nos votos da Câmara Municipal? Vão dizer que não estão pensando hoje, segundo a sua matemática (que o tempo poderá derrubar), no quanto poderá ser proveitosa essa união para as próximas eleições em 2012?”.

Pedrinho também questiona, no texto, os vereadores petistas, sobre as escolhas do atual prefeito. A íntegra do texto do democrata pode ser conferida na páginahttp://www.pedrinhoeliseu.net/. Brambilla, Nucci e Meneghetti não foram procurados para comentar as declarações.

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PEDRINHO ESCREVE: — “Minha opinião sobre a política hj. em Araras”.

     Começo me desculpando pelo tamanho do texto, que é grande porque o assunto é complexo… mas vale a pena ler…
     As convicções e ideais de um Homem, devem ser inerentes a sua conduta e firmados, sempre, no seu caráter.
     Diante disso é necessário que eu venha a público e me posicione sobre os últimos acontecimentos da política em nossa cidade.
     Desde a semana passada, tem sido ENORME o número de pedidos para que isso ocorra.  Como jamais me furtei e tampouco me furtarei, como cidadão e Agente Ativo de tudo que ocorre no meio em que vivo, deixo registrado, nesse escrito, aquilo que penso e o que tenho acompanhado do desenrolar dos fatos, que agora se mostra a ¨luz¨ do dia, pois antes estava escondido, velado e encoberto.
     Fica para você leitor, a analise de tudo enfim. 
     Até porque, o bem ou o mal que se projeta acaba SEMPRE revelado pelo passar do Tempo  ( e como é revelador ! )
     A atitude do Prefeito Brambilla, que convidou o Nucci (que foi nomeado secretário) e o pessoal do Meneghetti para estarem juntos na ¨nova ¨ administração, ocupando cargos de Secretários ou outros escalões, cargos esses em comissão (sem concurso), exige um comentário mais aprofundado pois, no dia a dia das atribulações da vida, o Cidadão, aquele que paga seus impostos, que vota acreditando em um discurso que não se efetiva na prática e se vê enganado, não tem tempo para observar os lances políticos (grandes ou pequenos).
     Vcs. se assustaram com essa união”? Eu não! Para mim, não há qualquer novidade no que ocorreu. Eles não se juntaram apenas agora, não. A meu pensar, já estavam juntos de há muito, assim como estiveram nas eleições de 2010. O que houve, agora, foi que aquilo que antes era “omitido” da população, tornou-se público, com a “saída do armário” de todos os que estavam dentro dele desde o primeiro momento, a serviço do grupo político do atual prefeito na eleição passada.
     Realmente, segundo dizem (palavras corajosas de vereador do grupo do Meneghetti na última sessão da Câmara Municipal), antes da eleição de 2010, quando ainda estavam definindo quem seria o seu candidato a vice, o prefeito lhes teria procurado e dito que não poderiam aparecer juntos na nova eleição, porque “isso politicamente não seria bom”. Agora, porém, passadas as eleições, não há mais problema algum de tornarem pública a união, não é? Sim, depois de a maioria deles (pois há exceções) haver se engajado em favor da campanha do atual prefeito, inclusive não lançando um terceiro nome naquela disputa eleitoral, o que está acontecendo é apenas a materialização de uma união anterior, com a nomeação do ex-vice-prefeito Nucci, no cargo de Secretário, bem como de outras pessoas ligadas ao Ex-prefeito Meneghetti, com a liberdade de colocarem nos demais cargos em comissão as pessoas da sua confiança que, pelos primeiros nomes, são desse mesmo grupo político, o mesmo que estava lá quando vencemos em 2008.
     É a volta do grupo que administrou a cidade de 2001 a 2008 à prefeitura, para continuar o que havia sido mudado pelo voto em outubro de 2008, conforme defendido por mim, pelo Dr. Agnaldo, pelo próprio Brambilla e por que não, pelo PT — os dois últimos, que não nos apoiaram formalmente, mas defendiam a mudança no executivo municipal, fato esse notório.
     E é justamente aí que pretendo dizer algumas coisas:
     1a. Ao contrário do que o Jornal Tribuna do Povo escreveu em seu editorial de sábado passado, não foi apenas o ex-prefeito Warley Colombini quem não cedeu à oposição, não. Com o devido respeito, também não venham querer dizer para o Povo que “na política isso acontece (…)”, como forma de tentar justificar como se fosse aceitável a citada “nova união” e a atitude do Alcaide. Eu, Pedrinho, mesmo mantendo alguns postos (cinco ou seis no total) da administração anterior (aliás sujeitando-me às críticas desse mesmo jornal, até quando apenas se cogitava que alguns nomes da antiga gestão estariam conosco), não NEGOCIEI com Nucci, Meneghetti, etc. etc. etc. Por isso, incluam-me aí na lista dos que não CEDERAM politicamente ao grupo vencido, para obter facilidades. Os poucos da administração anterior que permaneceram na nossa, não permaneceram conosco como MOEDA DE TROCA por apoio na Câmara, daquele grupo. A prova disso? Os senhores são testemunhas, bastando ver a postura crítica dos quatro vereadores da oposição. Nesse contexto, o único que somou-se a nós logo depois do pleito, porque desde o primeiro momento convidado por mim, foi o vereador Erinson. Sua vinda, contudo, pessoa honrada que é, não adveio de união com o grupo político ao qual pertenceu.
     2º Nesse sentido, embora tenha conversado sempre, pois tinha (e tenho) relacionamentos próximos com diversos vereadores da oposição que respeito (Ver. Marreto, Ver. Miqueira, Ver. Eduardo), mesmo com um coro de pessoas ligadas a mim, me dizendo para “NEGOCIAR” como forma de conseguir outra sorte no desfecho do processo de cassação do meu registro e do Agnaldo, não o fiz. Talvez, vencidas as eleições, realmente (não estou afirmando, porque não sei dizer qual teria sido a postura dos autores do processo), se eu tivesse telefonado para o pessoal e acenado com alguma coisa, os ânimos tivessem sido amainados e toda a virulência empenhada para nos tirar dos cargos (contratação de advogado em São Paulo, etc.) tivesse sido deixada de lado. Mas, mesmo com receio de que a injustiça ocorresse conosco, eu nunca quis chegar a tanto, porque, para mim, era melhor perder no presente e ficar vermelho de indignação, do que perder a vergonha e ficar amarelo a vida inteira.
     De fato, às vezes é melhor vencer e “não levar”, perdendo num primeiro momento, do que vencer no presente para perder no futuro… Lá, ao final, se ganha. Aqui, por certo, se perde!
     3a. Penso que não há problema algum em deixar-se de lado as rusgas e litígios para somar com outros grupos. Nunca fui intransigente. Tampouco disse em palanque coisas sérias contra os candidatos e o grupo que derrotamos nas urnas. Só não achava correto vencer uma eleição sob o argumento de MUDANÇA, com 57,75% dos votos válidos, e, depois, pensando em obter facilidades políticas, esquecer de tudo o que dissemos, levando de volta para a Prefeitura o mesmo grupo que passamos a eleição inteira defendendo que deveria sair de lá, pois já havia dado a sua contribuição para a cidade (eu, pelo menos, parava por aí nas críticas).
     Nesse contexto, o atual prefeito sabe bem do que estou dizendo. Lembro-me como se fosse ontem, das suas duras palavras (para ficarmos nos raso) a respeito de seus então adversários e agora amigos; aqueles mesmos que ele dizia que havia ajudado a colocar no poder e que queria ajudar a tirar. Que precisávamos nos unir, para mudar Araras, já que não podiam permanecer na prefeitura, etc. etc. etc.
     Atenção Vereador Breno Cortela, o que vc. pensa disso? Afinal, esteve a meu lado em quatro anos combatendo aquele grupo e agora não fala uma palavra sequer a respeito… Concordou com tudo? Uniu-se, igualmente, aos ex-prefeito e vice-prefeito de Araras? O mesmo pergunto aos vereadores Mami e Zé Bedé. Não eram vereadores, mas tanto quanto nós, defendiam a mudança do governo.
     Logo, não se trata de achar que não é possível mudar de pensamento. Agora, dizer que mudou o que pensava, como, por exemplo, porque “prefere ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo” (palavras do presidente, lembram?) soaria para mim, nessa hipótese, depois de tudo o que a cidade viveu naquela época e dos compromissos de MUDANÇA que juntos assumimos em praça pública em 2008, como uma tremenda traição aos nossos princípios e aos nossos eleitores, que eu, francamente, nunca estive disposto a fazer.
     4a. Mas, Pedrinho, pela paz na política, não era bom que todos se juntassem? E a Coligação Ararense, que uniu todo mundo? Ah, vamos parar com essa conversa fiada… com essa hipocrisia de ocasião. Paz? Assim? Que me desculpem, mas vir agora com esse discurso de paz na política de Araras, não cola. Vão dizer que não estão de olho nos votos da Câmara Municipal? Vão dizer que não estão pensando hoje, segundo a sua matemática (que o tempo poderá derrubar), no quanto poderá ser proveitosa essa união para as próximas eleições em 2012?
     Devo argumentar, igualmente, que não me senti usado, não. Ao contrário do que possa parecer, ainda que o prefeito atual tenha se colocado do meu lado, como caminho mais fácil para vencer seus antigos adversários/hoje aliados, e que hoje tenha se unido com eles, sinto que havia, de verdade, um sentimento recíproco de confiança entre nós que, somente depois que ele assumiu o cargo de prefeito, mudou.
     Nesse sentido, para não deixar a impressão de que sou perfeito, mesmo porque não sou, admito que foi difícil para mim entender tudo o que aconteceu e aceitar o fato de que outro estava em meu lugar. Sim, os momentos que antecederam a posse do atual prefeito na condição de “interino”, para mim, foram tristes demais e, por isso, pode ser que realmente eu tenha ficado aquém da capacidade de aceitar que ele (ou qualquer outro) ocupasse a condição que legitimamente havíamos conquistado nas urnas. Por isso, pode até ser que ele, Brambilla, tenha achado nisso motivos para que agisse como agiu para comigo e com os meus durante a sua interinidade no cargo de prefeito. Mas, no saldo de tudo, acho até que fiquei demais “na minha”, do que criei problemas. Aliás, para quem sofreu tudo o que sofremos, penso que fiquei calado demais. Mas posso me orgulhar por dizer que não abandonei meus amigos. E que nada queria demais da parte dele (não queria ser Secretário, não, como prêmio de consolação, por exemplo). Queria apenas o amparo do amigo que, vendo seu companheiro atingido por uma tremenda injustiça, merecia ser ouvido e opinar nos aspectos principais em benefício da cidade. Não como “eminência parda”. Não como “segundo-prefeito”. Mas como companheiro de jornada, de alegrias e de tristezas. E que, como ninguém, vinha trabalhando para colocar a Casa em ordem e para mudar de verdade Araras. As finanças da prefeitura — que deixamos em dia de maneira exemplar — e a grande gama de projetos que preparamos em apenas seis meses, são a prova irrefutável disso.
     5a. Vejamos, meus caros, que eu também NÃO dou razão aos que pensam que, com a cassação dos nossos registros, o atual prefeito logo se uniu com os responsáveis diretos por tudo isso, para me prejudicar no processo. Ele, aliás, sempre disse o contrário. E eu acredito. Mas, pergunto. Quem ganha com tudo isso agora? Essa união é para o bem de Araras? Quais foram as bases para a sua consecução (para ela acontecer, sendo mais claro)? Se a nossa idéia (minha, do Agnaldo, do Brambilla, etc.) em 2008, era vencer para MUDAR e tirar do poder esse mesmo grupo com quem ele agora se uniu, a sua união com esse pessoal, é puramente ideológica? Ou é apenas política? Ou é o que? E desde quando existe?
     As respostas, blogueiros, deixo com vocês.
     Assinado, Pedrinho Eliseu.
     ET 1: Estou de pé, vigilante e, estejam cientes de que, da minha parte, apesar dos pesares, não acontecerá um só esforço que não seja o de torcer para que tudo dê certo com a atual gestão, pensando sempre na cidade. Desejo, mesmo, que tenham boa sorte.
     ET 2: Eu já estou em paz (sempre estive), de maneira que ninguém precisa me procurar para oferecer o que quer que seja. Com efeito, se tivesse que escolher entre a vontade de lutar por aquilo que eu acredito ou por cargos na prefeitura, ficaria com a primeira hipótese, sem dúvida. Aliás, com muita alegria, estou cuidando da minha vida e advogando como antes.
     ET 3: Nesse particular, permitam-me o conselho: “Não há paz, sem voz. Paz, sem voz, não é paz, é medo” (O RAPPA).
     ET 4: Fazendo uso de uma antiga frase que dizíamos antes do início de uma partida de futebol entre amigos, sempre que os adversários eram em maior número, quero deixar aqui um consolo aos nossos fiéis companheiros: — bola prá frente, porque, mais uma vez, somos nós contra a “rapa”. E me lembro como se fosse ontem, perdemos algumas vezes, mas conseguimos ganhar tantas outras, porque a torcida era grande e a raça em campo se multiplicava por mil.
     ET 5: Ao amigo Geraldo e a todos os que sempre escrevem deixando uma leitura para reflexão, sugiro: Salmo 41, 9/12.

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NOTÍCIAS DO BLOG “PEDRINHO ELISEU” – VOTE EM QUEM SEMPRE ESTEVE EM ARARAS

NOTICÍAS DO BLOG/PEDRINHO ELISEU – Nº 08/2010 – 31/08/2010

Comitê Político: Rua Marechal Deodoro, 720 – Centro – Araras-SP

Fone: 3542-0051- comitedepaldoguilermeararas@gmail.com

VOTE EM QUEM SEMPRE ESTEVE EM ARARAS

 

Pedrinho apresenta propostas de Aldo Demarchi e Guilherme Campos

 Em pleno exercício de seus mandatos, o deputado estadual Aldo Demarchi e o deputado federal Guilherme Campos são, respectivamente, representantes da região na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados, que sempre estiveram presentes em Araras por tratar-se de uma cidade sob a abrangência do trabalho que desenvolvem. Foram várias as ocasiões e circunstâncias em que contribuíram para a solução de problemas e também com o atendimento das necessidades do município. Como exemplos desta atuação, destacam-se:

 a)      A aprovação de 594 moradias pela CDHU para o município;

b)      Um importante trabalho, junto ao Senado, pela liberação de cerca de R$ 1 milhão para o asfaltamento das vias públicas;

c)      Verbas para a Clínica Psiquiátrica Antônio Luiz Sayão;

d)      Verbas para o Instituto São Francisco de Assis para a aquisição de furgões destinados à distribuição da Sopa da Solidariedade, além de fornos para a padaria e computadores da instituição;

e)      A batalha pela implantação de uma Fatec – Faculdade de Tecnologia em Araras;

f)        Encaminhamento de pessoas necessitadas de atendimento específico para hospitais em todo o Estado de São Paulo;

g)      Regularização de pendências relativas ao período de 2005/2008, junto a Secretaria de Promoção Social do Estado, que permitiram que em 2009 Araras não perdesse repasses do Estado para projetos sociais;

h)      Convênio Pró-vicinais, que garantiu o recapeamento da Av. Fábio da Silva Prado, entre tantas outras iniciativas em favor de Araras e toda a sua população.

 Diante da comprovada e estreita relação como o município de Araras, no qual sempre estiveram presentes, os deputados têm como proposta dar continuidade a este trabalho, por meio de ações como: manter um escritório local do Democratas – DEM, partido ao qual pertencem, em constante funcionamento no município para acolher sugestões e contribuir com o que for de interesse da coletividade; continuar trabalhando pela implantação da Fatec; trabalhar para que as 594 moradias aprovadas sejam construídas, atendendo uma parte do déficit habitacional; buscar auxílio financeiro para um número cada vez maior de entidades assistências do município.

 Aldo Demarchi e Guilherme Campos também pretendem se empenhar em ajudar a Santa Casa de Araras a resolver o problema com a penhora do seu prédio; trabalhar junto ao Governo do Estado e à Artesp para resolver da maneira correta o problema advindo do fechamento da entrada dos bairros Copacabana, Versalles, Bella Vista e Geny Mercatelli; lutar pela implantação do “Via Rápida do Emprego” para garantir cursos gratuitos e de curta duração para que mais pessoas tenham a possibilidade de se qualificar e ingressar no mercado de trabalho; continuar atendendo os munícipes de Araras que precisem rapidamente de apoio para internações em hospitais do Estado ou com os quais o Estado tenha convênio.

 Por tudo isso, e com a certeza de que Araras não pode arriscar a ficar quatro anos sem representantes na Câmara dos Deputados e na Assembléia Legislativa, é que Pedro Eliseu Filho (o Pedrinho), está trabalhando pela releeição de Guilherme Campos (Deputado Federal – 2590) e Aldo Demarchi (deputado estadual 25122), os responsáveis pelas ações acima descritas e outras tantas que não seria possível enumerar em tão reduzido espaço.

 “São pessoas que conheço e indico. Ambos têm o apoio de lideranças em mais de duzentos municípios do Estado de São Paulo, o que indica como enorme a probabilidade de que serão reeleitos, estando à disposição de Araras e da nossa gente. Para que isto aconteça, contamos com o apoio dos nossos amigos para que votem em quem sempre esteve em Araras”, assinala Pedrinho.

 Além dos candidatos Aldo Demarchi e do deputado federal Guilherme Campos do seu partido, Pedrinho também apóia candidaturas do PSDB como a de José Serra, para presidente; Geraldo Alckmin, para governador do Estado, e Aloysio Nunes, para senador, dentro da coligação para as eleições gerais de 3 de outubro.

 Os interessados em apoiar esta campanha, com Pedrinho Eliseu, podem solicitar material no Comitê Central da Campanha pelo 3542-0051 ou pelo e-mail comitedepaldoguilermeararas@gmail.com.

 NOTICÍAS DO BLOG – PREDRINHO ELISEU

www.pedrinhoeliseu.net

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TEXTO DE PEDRINHO ELISEU – A VIDA É UM POEMA

Um poema – Carlos Drummond de Andrade

“Não importa onde você parou… 

Em que momento da vida você cansou… 
O que importa é que sempre é possível recomeçar. 
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo… 
É renovar as esperanças na vida e, o mais
importante… 
Acreditar em você de novo. 
Sofreu muito neste período? Foi aprendizado… 
Chorou muito? Foi limpeza da alma… 
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia… 
Sentiu-se só diversas vezes?
É porque fechaste a porta até para os anjos… 
Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da tua melhora… 
Onde você quer chegar? Ir alto?
Sonhe alto… Queira o melhor do melhor… 
Se pensarmos pequeno… Coisas pequenas teremos… 
Mas se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente, lutarmos pelo
melhor… 
O melhor vai se instalar em nossa vida. 
Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”

A vida é um poema…

…escrevemos uma linha a cada dia.

Ótima semana!

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“OS ARTICULISTAS”, Esporte com Douglas Marcucci- Palmeirenses e São Paulinos terão dor de cotovelo…

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NOVO ESTÁDIO DO CORINTHIANS

Palmeirenses e São Paulinos terão dor de cotovelo…
 

Leiam esta noticia sobre a abertura da Copa Do Mundo em 2014 no Brasil….
 
 
Em reunião no Rio de Janeiro,nesta sexta-feira (27/08) o governador de São Paulo, Alberto Goldman, o prefeito da capital, Gilberto Kassab, e o secretário de planejamento do Estado, Fernando Luna, ofereceram a Ricardo Teixeira, presidente da CBF e do COL (Comitê Organizador Local) mais uma vez o estádio do Morumbi, do São Paulo, como opção,mas não se sabe porque novamente Teixeira avisou que a Fifa (Federação Internacional de Futebol Association) vetou  essa possibilidade. O Governo do Estado de São Paulo, por meio de sua assessoria, e o diretor de comunicação da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Rodrigo Paiva, confirmaram na noite desta sexta-feira que o estádio que o Corinthians e a empreiteira Odebrecht pretendem construir no bairro de Itaquera, zona leste de São Paulo, foi definido como opção para a abertura da Copa do Mundo de 2014. Na oferta que tem a construtora Odebrecht como parceira, o financiamento seria feito pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social), em valor que chegaria a R$ 300 milhões (custo estimado da obra). Projetado inicialmente para 48 mil pessoas, o campo não teria a capacidade mínima exigida para abrir a Copa –pois  a  FIFA pede ao menos 65 mil lugares. Por isso, o projeto ganhou um adendo: arquibancadas móveis que serão colocadas na véspera do Mundial e aumentarão a capacidade para o mínimo exigido. Após o Mundial esse setor deixa de existir, já que a diretoria corintiana acredita que só é possível manter um estádio no Brasil para até 50 mil espectadores (depois dizem que tem uma das maiores torcidas do Brasil,rsrsrsrs). O terreno em Itaquera tem uma estação de metrô a poucos metros, considerado fator importante para um jogo de Copa do Mundo. Cedido ao Corinthians no início dos anos 90 pelo Governo Estadual justamente para a construção de um estádio, atualmente o local serve de centro de treinamento para as categorias de base do próprio clube. Goldman(governador de SP) e Kassab(prefeito de SP)  avisaram que darão condições estruturais para que a abertura ocorra na nova arena do Corinthians.Será que a liberação do técnico do Corinthians Mano Menezes pelo Presidente André Sanchez á Seleção Brasileira tem algo com esta noticia????Será?
 
Forte abraço à todos e até a próxima semana,

Douglas Marcucci.
 

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