Filho do queniano Barack Obama, e da norte-americana Ann Dunham, Barack Hussein Obama Jr. passou parte da infância no Havaí e na Indonésia, para onde sua mãe se mudou depois de divorciar-se do pai e se casar novamente. Aos dez anos, porém, o menino retornou ao Havaí, onde viveu sob os cuidados dos avós maternos.
Adolescente, mudou-se para Nova York onde cursou ciências políticas na Universidade Colúmbia. A seguir, graduou-se também em direito pela Universidade de Harvard. Iniciou sua carreira política na cidade de Chicago, Illinois, onde foi líder comunitário e professor de direito constitucional. Casou-se em 1992 com Michelle e tem duas filhas, Malia e Sasha.
Em 1996, foi eleito para o Senado de Illinois (órgão do poder Legislativo local), onde permaneceu até 2004. Em 2000, tentou sem sucesso eleger-se para a House of Representatives, que equivale à Câmara dos Deputados do Congresso norte-americano. Quatro anos mais tarde, foi eleito para o Senado dos Estados Unidos, pelo Partido Democrata, assumindo seu mandato em 4 de janeiro de 2005.
No Senado, Obama integrou diversas comissões e obteve destaque por sua atuação, o que lhe permitiu postular a candidatura à Presidência da República, em fevereiro de 2007. Em campanha, sua plataforma se compõe de três elementos essenciais: o fim da guerra do Iraque, a obtenção da auto-suficiência energética dos Estados Unidos e a universalização dos serviços de saúde no país.
Para tornar-se o candidato oficial dos democratas, contudo, Barack Obama precisou vencer a outra postulante do Partido, a senadora Hillary Clinton, numa disputa acirrada, que quase provocou estragos aos próprios democratas na corrida presidencial.
Em julho de 2008, a campanha de Obama ganhou cenário internacional: o candidato foi ao Afeganistão, ao Iraque, Jordânia e Israel, bem como à Inglaterra, França e Alemanha. Na capital deste último país, Berlim, Obama reuniu cerca de 200 mil pessoas para ouvi-lo.
A partir das evidências de que a economia norte-americana entrava numa crise de proporções ainda não dimensionadas, o que desgastou definitivamente o presidente George W. Bush e o Partido Republicano, Obama começou a se impor sobre o adversário John McCain nas pesquisas de opinião pública.
Em novembro, Obama venceu o concorrente e foi eleito o 44o presidente dos Estados Unidos, sendo aclamado como o primeiro negro a governar o país. Mas o próprio Obama deixa claro que essa questão racial é secundária. Em suas palavras: “Não há uma América negra e uma América branca e uma América latina e uma América asiática. Há os Estados Unidos da América”.
Para seus simpatizantes, Obama é um político único e estimulante como o presidente John F. Kennedy e não há dúvida de que exibe um carisma semelhante ao de Kennedy. Por outro lado, seus adversários o acusam de ser nada mais que um orador eloqüente, de idéias ingênuas e políticas econômicas que tendem ao socialismo.
Também se fala da inexperiência de Obama, particularmente nas questões internacionais mais tensas, como o papel dos Estados Unidos no Iraque. Para compensar essa situação, foi escolhido como vice-presidente Joe Biden, senador por Delaware, um dos políticos há mais tempo em atividade no Congresso norte-americano, com seis mandatos no Senado.

#1 por Ricardo Buso - 9 de fevereiro de 2010 às 20:36
Prefeito:
Percebo em vós uma “queda” pelos ideais defendidos pelo “Partido Democrata” nos EUA, que, especialmente após o Século XX, tomou posição contrária ao extremo conservadorismo, no qual se apóia seu rival histórico, Republicano.
Nessa evolução, o partido, também reconhecido por seus posicionamentos muito claros e convictos, conseguiu envolver a base social da pirâmide, como o movimento operário e algumas minorias, além de renomados intelectuais.
Assim, noto que vossas afinidades com o partido norte-americano vão muito além da mera semelhança de nomenclaturas com a legenda brasileira de sua filiação.
Sinto-me obrigado a confessar que também me simpatizo pelas idéias do “Partido Democrata” dos Estados Unidos.
Quanto ao Presidente Obama, creio que sua eleição se caracterizou por um dos raros momentos em que boa parte do mundo torcia pelo sucesso dos EUA, depositando toda esperança no então candidato Obama.
Torçamos por eles!
Abraço,
#2 por geraldo zanibone - 9 de fevereiro de 2010 às 20:58
Caro Pedrinho, os americanos são criticados, em quase todo mundo, visto o modo arrogante com que alguns de seus presidentes, lidaram com algumas questões, invadindo paises, gastando milhões de dolares em guerras e ocupações militares, enquanto milhares de pessoas no mundo morriam de fome; Obama, como está no seu comentário, chegou com méritos, para dirigir a maior potencia da terra, vamos ver daqui à alguns anos, quais rumo ele tomou, ai dara para dizer como ele falou.”nunca diga o que sua cidade fará por voçe, mas diga o que voçe fará pela sua cidade” , em outras palavras é claro. um abraço par med prov 5=1e2
#3 por Pedrinho Eliseu - 9 de fevereiro de 2010 às 22:55
Muito pertinente seu comentário e esperemos para ver como ele se sairá . Forte abraço !
#4 por Pedrinho Eliseu - 9 de fevereiro de 2010 às 22:57
Realmente você tem toda razão , simpatizo e me identifico . Mas o que mais me chamou atenção em todo esse processo , foi , como vc disse , um raro momento de união do mundo todo por sua vitória . Forte abraço !
#5 por Michele Leão - 10 de fevereiro de 2010 às 08:49
….Prometo que não me ausento mais….Beijo grande e Boa semana.
Michele
#6 por Pedrinho Eliseu - 10 de fevereiro de 2010 às 12:04
Forte abraço Michele , obrigado pela participação .
#7 por Adriano Vieira - 10 de fevereiro de 2010 às 13:07
Olá amigos,
parabéns pela mensagem, compartilho de sua admiração pelo então mandatário estadunidense, Barack Obama. De fato, como disse nosso amigo Ricardo, a candidatura de Obama foi uma das mais bem recebidas pela comunidade internacional dentre todos os demais presidentes dos EUA. Um bom representante, na minha visão, deve ter uma postura firme quanto a assuntos internacionais pois, a priori, um presidente leva o nome do seu país… É como se todo o país tomasse a decisão. A exemplo de Lula, quanto ao caso recente do Irã e seu programa nuclear. Lula parece querer se “aventurar” nas relações externas apoiando um país que ninguém mais apoia. Enfim, não vou mudar de assunto… Muito boa mensagem amigo, parabéns.
Abraço.
#8 por Pedrinho Eliseu - 10 de fevereiro de 2010 às 17:28
Primeiramente , muito bem vindo ao nosso blog Adriano e esperamos que esta seja a primeira de muitas participações . Muito obrigado por seu comentário e ficamos felizes que vc compartilhe da nossa admiração pelo Presidente Obama . Forte abraço e obrigado .